Escoliose Idiopática – informações importantes

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Causas

Confira as principais causas para os três tipos existentes de escoliose:

  • A escoliose congênita decorre ou de um problema com a formação dos ossos da coluna vertebral (vértebras) ou de um problema de fusão dos ossos da coluna, podendo ou não estar associado a fusão de costelas durante o desenvolvimento do feto ou do recém-nascido
  • A escoliose neuromuscular é causada por problemas neurológicos como paralisia cerebral ou musculares que determinam fraqueza muscular, controle precário dos músculos ou paralisia decorrente de doenças como distrofia muscular, espinha bífida e pólio
  • Somente a escoliose idiopática não possui causa conhecida.

Fatores de risco

Algumas pessoas são mais suscetíveis ao encurvamento da coluna. Alguns fatores são considerados de risco pelos médicos para o desenvolvimento de escoliose idiopática. Confira:

  • Idade: Os sinais e sintomas geralmente começam durante a fase mais acentuada de crescimento, que costuma ocorrer pouco antes da puberdade (dos nove aos 15 anos)
  • Sexo: Embora ambos os sexos possam ser afetados, as meninas possuem um risco muito maior de desenvolver curvaturas anormais na coluna
  • Histórico familiar. A escoliose é mais comum entre membros de uma mesma família que possua antecedentes da deformidade

>>> Saiba mais sobre os tipos de escoliose >>>

Sintomas da Escoliose

Há suspeita de escoliose quando um ombro parece estar mais alto do que o outro ou quando a pélvis parece estar inclinada. Um olhar leigo não percebe a curvatura nos estágios iniciais exceto quando o paciente dobra o tronco para a frente e a assimetria entre os lados da coluna fica evidente.

Os principais sintomas da escoliose podem incluir:

  • Ombros ou quadris que parecem assimétricos
  • Coluna vertebral encurvada anormalmente para um os lados
  • Eventualmente desconforto muscular e dorsalgia
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Tratamento da Escoliose

O tratamento depende da causa da escoliose, do tamanho e da localização da curvatura, além do quanto o paciente ainda crescerá. Na maioria dos casos de escoliose idiopática adolescente (com curvatura menores de 20 graus), o tratamento é a observação pois devem ser realizadas reavaliações clinicas e, eventualmente, radiográficas.

Para escolioses entre 10 e 20 graus, é recomendado o tratamento fisioterápico específico.

Tratamento especializado e individualizado em Brasília / DF.

Órtese e coletes ortopédicos

Para curvaturas até 40 graus, o tratamento fisioterápico específico deve ser feito aliado ao uso de coletes ortopédicos, evitando a progressão da curvatura enquanto a criança ou adolescente está em fase de crescimento.

O colete ortopédico, em geral, deverá ser usado de 16 à 23 horas por dia e os modelos dos variam conforme cada caso.

Cirurgia

Há também a opção da cirurgia para reparação da curvatura vertebral, mas a decisão do momento apropriado para se operar varia. Após os ossos do esqueleto cessarem o crescimento, a curvatura não deve se agravar muito. Por causa disso, talvez o cirurgião queira aguardar até que os ossos do paciente em crescimento parem de crescer. Entretanto, pode ser que seja necessário a cirurgia antes disso, se a curva na coluna for grave ou estiver se agravando rapidamente. Curvas de 40 graus ou mais geralmente precisam ser operadas.

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Perguntas frequentes

Quais os sintomas da escoliose lombar?2020-03-14T11:42:52-03:00
Os sinais e sintomas da escoliose tóraco-lombar pode incluir:
  • Dor nas costas, na parte final da coluna;
  • Inclinação do quadril;
  • Rigidez da coluna;
  • Comprimento das pernas pode ser diferente.
Quais são as causas da escoliose?2020-03-14T11:41:55-03:00

A escoliose neuromuscular é causada por problemas neurológicos como paralisia cerebral ou musculares que determinam fraqueza muscular, controle precário dos músculos ou paralisia decorrente de doenças como distrofia muscular, espinha bífida e pólio. Somente a escoliose idiopática não possui causa conhecida.

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2020-08-29T15:33:42-03:00

Sobre o Autor:

Dr. Márcio R. B. Silveira, formado em 2006 pela faculdade federal de medicina da Universidade de Brasília (UnB), com especialização, no ano de 2009, em Traumatologia e Ortopedia pela residência da Secretária de Saúde de Brasília / DF, em sua rede pública de hospitais, com subespecialização, no ano de 2012, em cirurgia do joelho e traumatologia esportiva em Belo Horizonte / MG, acompanhando os médicos do Cruzeiro Esporte Clube e os serviços dos hospitais Maria Amélia Lins, Lifecenter, Belo Horizonte, Belvedere e João XXIII. Atuante principalmente no tratamento de lesões de cartilagem, buscando sua reparação e transplante; lesões de menisco com sutura em crianças e reparo; rupturas ligamentares articulares e sua reconstrução biológica e prevenção; tratamento da artrose, com medidas medicamentosas e artroplastias; tendinites e rompimento de tendões provocadas tanto por atividades esportivas, como por alterações degenerativas; fraturas em idosos que apresentam ossos mais frágeis; e enfoque na reabilitação muscular e postural. Médico ortopedista especialista em Cirurgia do Joelho, Traumatologia Esportiva e Ortopedia do Idoso, atende em Brasília / DF, na sua clínica Salus e Consolidação Ortopedia, Fisioterapia e Acupuntura, fornecendo tratamento conservador e operatório no Plano Piloto, Asa Norte, Taguatinga e Ceilândia.

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